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Categoria: Blog

15 Músicas de Rock e Metal Escritas em Homenagem a Lendas do Grunge Que Partiram Cedo
Portal do Rock

15 Músicas de Rock e Metal Escritas em Homenagem a Lendas do Grunge Que Partiram Cedo

A cena musical de Seattle que emergiu no final dos anos 80 era uma comunidade unida de bandas do Noroeste do Pacífico. Quando essa fraternidade começou a perder seus integrantes, muitos artistas encontraram na música uma forma de lidar com o luto e homenagear aqueles que partiram precocemente. Andrew Wood, vocalista do Mother Love Bone, foi a primeira grande perda dessa comunidade em 1990. Considerado por muitos como alguém que teria se tornado uma estrela mundial se não tivesse falecido tão jovem, seu talento e presença de palco influenciaram profundamente seus contemporâneos. Alguns anos depois, em 1994, a morte trágica de Kurt Cobain abalou o mundo do rock, já que o Nirvana estava no centro dos holofotes da cena musical na época. O ciclo se repetiu nos anos 2000 com Layne Staley, do Alice In Chains, e posteriormente com Chris Cornell. Embora o grunge tenha dominado a cena musical por apenas alguns anos, o impacto de seus ícones permanecerá eternamente, como evidenciam estas canções-tributo. Chris Cornell iniciou o projeto Temple of the Dog após a morte de seu amigo Andrew Wood, com “Say Hello 2 Heaven” sendo especificamente escrita sobre sua morte. Jerry Cantrell, do Alice In Chains, compôs “Would?” inspirado pela perda do mesmo amigo, destacando como Wood era uma pessoa divertida e cheia de vida. Mesmo fora do círculo de Seattle, artistas como Faster Pussycat criaram homenagens, evidenciando que, ao contrário do que a mídia frequentemente retratava, não havia uma verdadeira rivalidade entre o hair metal e o grunge nos anos 90. A morte de Kurt Cobain inspirou canções como “Let Me In” do R.E.M., escrita por Michael Stipe, que era amigo próximo do vocalista do Nirvana. Neil Young, embora nunca tenha conhecido Cobain pessoalmente, ficou profundamente abalado ao ver seus próprios versos citados na carta de suicídio do músico, o que o levou a compor “Sleeps With Angels”. Layne Staley também recebeu várias homenagens após sua morte em 2002. O Pearl Jam gravou “4/20/02”, uma faixa acústica escrita por Eddie Vedder na noite em que souberam da morte do vocalista do Alice In Chains. Bandas como Cold, Staind e Black Label Society também compuseram tributos ao cantor. Anos após a morte de Staley, o Alice In Chains lançou “Black Gives Way to Blue”, com Jerry Cantrell explicando que a música ajudou a processar seu luto não resolvido. “É uma das canções mais pesadas que já escrevi”, descreveu Cantrell, revelando que Elton John acabou tocando piano na faixa depois de ouvir o demo. Mais recentemente, após a morte de Chris Cornell em 2017, Mike McCready do Pearl Jam escreveu “Crying Moon”, estreando-a ao vivo em agosto de 2023. “Ele era um doce comigo”, disse McCready sobre Cornell, lembrando sua colaboração no álbum Temple of the Dog. Estas 15 canções não apenas homenageiam a memória de músicos talentosos que partiram cedo demais, mas também demonstram como a música pode ser uma poderosa ferramenta para processar o luto e manter vivo o legado daqueles que se foram.

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01.02.2026
As 11 Melhores Baladas do Rock Alternativo dos Anos 90
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As Melhores Baladas do Rock Alternativo dos Anos 90

Os anos 90 representaram um momento crucial para o rock alternativo, um período que vai muito além do angst influenciado pelo grunge. Esta década produziu algumas das baladas mais emocionalmente ressonantes da história do rock moderno, provando que o gênero poderia expressar vulnerabilidade e introspecção com a mesma eficácia que sua faceta mais agressiva. Essas canções frequentemente combinavam instrumentação minimalista com letras expressivas e profundamente pessoais, criando momentos de quietude que se destacavam entre as faixas mais barulhentas do gênero. Algumas não foram sucessos imediatos, mas com o tempo cresceram em significado cultural e influenciaram tanto contemporâneos quanto a próxima geração de artistas alternativos. Entre os destaques está “Glycerine” do Bush, lançada em 1994 no álbum de estreia Sixteen Stone. Composta por Gavin Rossdale, a canção examina a fragilidade e o perigo dentro de relacionamentos íntimos. Com arranjo intencionalmente esparso, é conduzida por uma guitarra distorcida solitária acompanhada por instrumentação orquestral crescente. O Radiohead contribuiu com “Fake Plastic Trees”, do álbum The Bends (1995). Com Thom Yorke cantando sobre um simples violão, a música expressa ideias filosóficas sobre materialismo e inautenticidade no mundo moderno. Yorke foi inspirado após ver Jeff Buckley ao vivo, revelando uma parte vulnerável que ele costumava esconder. Do Smashing Pumpkins, “Disarm” (1993) se destaca por sua abordagem direta e afastamento do som típico mais pesado da banda. Escrita por Billy Corgan, a faixa se baseia em suas experiências de infância, particularmente seu relacionamento conturbado com os pais, explorando negligência emocional e ressentimento. O Pearl Jam nos trouxe “Black”, uma balada devastadora sobre coração partido. Eddie Vedder expressou emoções complexas de um primeiro amor: sua intensidade, inocência e inevitável dor. A banda famosamente bloqueou tentativas da gravadora de lançá-la como single, acreditando que algumas músicas não foram feitas para serem hits. Já o Mazzy Star criou “Fade Into You” (1993), uma faixa que parece uma canção de amor, mas na verdade aborda o amor não correspondido. A música é etérea, com os vocais de Hope Sandoval imersos em reverberação e a guitarra slide de David Roback dando textura à composição. Do Soundgarden veio “Black Hole Sun” (1994), que se tornou um hino não apenas para o grunge, mas para a música alternativa como um todo. Chris Cornell escreveu a música em apenas quinze minutos após ouvir um âncora de notícias pronunciar a frase no rádio. Nine Inch Nails nos entregou “Hurt”, uma balada brutalmente comovente que mergulha na depressão, vício e ódio a si mesmo. A versão cover de Johnny Cash em 2002 deu nova vida à música, inicialmente deixando Trent Reznor com sentimentos mistos antes de ele reconhecer a poderosa reinterpretação. Estas e outras baladas daquela época continuam relevantes décadas depois, demonstrando que a vulnerabilidade e a emoção crua são qualidades atemporais que transcendem gerações e estilos musicais.

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20.01.2026
Os 11 Melhores álbuns de Thrash Metal de 2025
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Os 11 Melhores álbuns de Thrash Metal de 2025

O thrash metal, subgênero conhecido por sua abordagem “velocidade total ou nada” – como James Hetfield do Metallica imortalizou na música “Motorbreath” – continua vibrante em 2025. Mesmo após mais de 40 anos desde que a cena da Bay Area revolucionou o mundo do metal, bandas contemporâneas encontram formas de manter a fórmula sonora fresca e relevante. A lista dos melhores álbuns de thrash deste ano traz uma interessante mistura entre veteranos consagrados e talentos mais jovens. Entre os nomes estabelecidos, destaca-se o Testament, cujo mais recente trabalho, “Para Bellum”, foi eleito pela Loudwire como o melhor álbum de metal de 2025. Os suíços do Coroner também marcaram presença com um retorno impressionante após mais de 30 anos de ausência. O quarteto brasileiro Violator ressurgiu após 12 anos de hiato com “Unholy Retribution”, álbum que combina fúria e refrões contagiantes, reafirmando a força do thrash nacional no cenário internacional. Contudo, a maior parte dos destaques veio de bandas mais jovens. Os costa-riquenhos do Chemicide impressionaram com “Violence Prevails”, que apresenta uma inteligente homenagem a um dos pioneiros do gênero. Da Louisiana, os iniciantes do “thrash assombrado” Void conquistaram ouvintes em seu segundo álbum, “Forbidden Morals”, mesclando técnica vertiginosa com imagética de horror e uma saudável dose de irreverência. Independente da geração, as bandas presentes na lista compartilham características fundamentais. Todas demonstram o comprometimento com a velocidade máxima, traduzida em riffs incendiários e baterias que provocam torcicolo nos fãs. Além disso, abordam temas complexos – violência, desigualdade social, inteligência artificial – de maneira grave, porém sem soar preachers. Em um mundo cada vez mais caótico, o thrash metal de 2025 prova que, pelo menos, temos uma excelente trilha sonora para acompanhar os tempos difíceis. As onze bandas selecionadas representam o estado atual de um subgênero que, mesmo sem reinventar a roda, continua abrindo rodas de circle pit mundo afora com sua energia contagiante.

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30.12.2025
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As 11 Melhores músicas de metal progressivo de 2025

O ano de 2025 tem sido excepcionalmente prolífico para o metal progressivo, com lançamentos impressionantes tanto de artistas consagrados quanto de novos talentos. A diversidade e a qualidade das composições tornaram difícil acompanhar todas as obras-primas lançadas desde janeiro. A revista Loudwire compilou uma lista das 11 melhores músicas de metal progressivo do ano, organizadas por data de lançamento. Vale destacar que muitas dessas faixas aparecem em álbuns que também foram reconhecidos entre os melhores do gênero em 2025. O retorno da formação clássica do Dream Theater é celebrado com “Midnight Messiah”, lançada em 22 de janeiro. A faixa consegue fundir com maestria as eras de Mike Portnoy e Mike Mangini, criando uma sonoridade simultaneamente moderna e nostálgica, com referências a álbuns icônicos como “Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory” e “Train of Thought”. Em 5 de fevereiro, Tómarúm lançou “Shed This Erroneous Skin”, parte do álbum “Beyond Obsidian Euphoria”, considerado um dos melhores trabalhos de black metal progressivo de todos os tempos. Esta épica de 9 minutos combina brutalidade esmagadora com momentos cósmicos e relaxantes. Os estreantes do Nospūn impressionaram com “The Effervescent Power”, lançada em 21 de fevereiro. A banda da Carolina do Norte traz uma combinação paradoxal de ferocidade djent e vocais soberanos, evocando influências de Haken, Periphery e até Devin Townsend. Já os franceses do Fractal Universe trouxeram “The Equation of Abundance” em 4 de abril, uma composição assombrosamente bela que entrelaça vocais calmos e texturas esparsas com agressão complexa, resultando em uma canção multifacetada. O Avkrvst destacou-se com “Conflating Memories”, lançada em 13 de junho, uma mistura exuberante de arpejos arrepiantes, sintetizadores surreais e timbres pastorais, incluindo flauta e harmonias viciantes. Rivers of Nihil conseguiu destiliar toda sua expertise em death metal progressivo em “The Sub-Orbital Blues”, lançada em 15 de junho. A faixa traz refrões incrivelmente infecciosos sem perder a complexidade técnica pela qual a banda é conhecida. A multi-instrumentista inglesa Grace Hayhurst impressionou com “Revolution”, lançada em 27 de junho. Esta ambiciosa odisseia de 13 minutos incorpora elementos de fusion jazz e texturas clássicas, incluindo piano, contrabaixo, violoncelo, harpa e violino. O trio Ihlo trouxe “Wraith” em 29 de agosto, uma mistura envolvente de angústia brilhante ao estilo TesseracT com sons digitais antêmicos que lembram o Muse. Apesar de relativamente direta, a faixa se destaca pela intensidade emocional. Between The Buried And Me provou que continua criando magia mesmo após a saída do guitarrista Dustie Waring com “The Blue Nowhere”, lançada em 4 de setembro. A faixa captura a banda em seu momento mais melódico e colorido, mantendo ainda elementos de suas raízes caóticas. Green Carnation, ao lado de Opeth e Katatonia, continua sendo mestre em infundir o metal progressivo com melancolia evocativa. “As Silence Took You”, lançada em 5 de setembro, demonstra essa habilidade com letras pungentes sobre luto e arranjos musicais que justapõem intensidade e ternura. Finalmente, os veteranos do Amorphis encerram a lista com “Tempest”, lançada em 26 de setembro. A faixa é uma fusão primorosa do caos robusto e decorações luxuosas da banda, com notas melancólicas de piano e dedilhados de violão acústico se entrelaçando perfeitamente com os elementos mais pesados. Este conjunto extraordinário de músicas confirma que 2025 tem sido um ano excepcional para os fãs de metal progressivo, com inovações técnicas e emocionais que continuam empurrando as fronteiras do gênero.

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15.12.2025
Metallica e Iron Maiden entre as 25 maiores bandas em turnê do milênio
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Metallica e Iron Maiden entre as 25 maiores bandas em turnê do milênio

A revista Pollstar divulgou recentemente uma lista com as 25 bandas e artistas com maior bilheteria em turnês desde o início do milênio (2001-2025). Entre os nomes mais populares do circuito mundial, duas grandes bandas de metal conquistaram posições de destaque no ranking. Metallica demonstrou seu incrível poder de atração, mesmo tendo reduzido o número de apresentações nas últimas décadas. A banda conquistou a impressionante 8ª posição na lista, com mais de 15,5 milhões de ingressos vendidos desde 2001. Com uma média de 27.700 pessoas por show, o grupo arrecadou cerca de US$ 1,45 bilhão em 562 apresentações, mantendo o preço médio dos ingressos em US$ 93,56. Já o Iron Maiden, conhecido por suas performances memoráveis e produções de alto valor, aparece na 19ª posição. A banda britânica vendeu mais de 10 milhões de ingressos, com média de 16.243 espectadores por show. Suas 620 apresentações desde 2001 renderam aproximadamente US$ 716,6 milhões, com ingressos custando em média US$ 71,16. No topo da lista está o Coldplay, que lidera como maior fenômeno de público do milênio, com quase 25 milhões de ingressos vendidos e uma média impressionante de 33.933 pessoas por show. A banda arrecadou cerca de US$ 2,48 bilhões em suas 731 apresentações, com ingressos custando em média US$ 100,23. Logo atrás vem o U2, com mais de 20,2 milhões de ingressos vendidos e uma média de 34.034 espectadores por apresentação. A banda irlandesa faturou aproximadamente US$ 2,18 bilhões em 594 shows, com preço médio de US$ 108,19 por ingresso. O ranking também inclui outros grandes nomes do rock como The Rolling Stones (12º), Guns N’ Roses (16º), Eagles (17º) e Phish (18º). Completam a lista figuras como Roger Waters (21º), Paul McCartney (22º) e Billy Joel (24º). Entre os dados curiosos revelados pela pesquisa, os Rolling Stones registraram a maior média de público por show (36.862 pessoas), enquanto Taylor Swift foi a artista que mais arrecadou (US$ 3,12 bilhões) e a que cobrou os ingressos mais caros (média de US$ 165,54). O violinista André Rieu foi quem realizou mais shows no período, com impressionantes 1.700 apresentações. O levantamento da Pollstar oferece um panorama fascinante sobre o mercado de shows ao vivo nas últimas duas décadas e meia, demonstrando a força contínua do rock e do metal na indústria musical contemporânea.

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09.12.2025
Os Maiores álbuns de rock e metal lançados em dezembro na história
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Os Maiores álbuns de rock e metal lançados em dezembro na história

Bandas como Rolling Stones, Korn, Green Day e The Clash marcaram presença com lançamentos significativos no último mês do ano A Loudwire tem compilado ao longo do último ano uma retrospectiva dos maiores álbuns de rock e metal lançados em cada dia de todos os meses. A análise revelou tendências interessantes sobre os lançamentos musicais, especialmente quando se trata do mês de dezembro. Durante essa pesquisa, a publicação identificou um aumento significativo no número de álbuns notáveis desde os anos 1970. Particularmente nas décadas de 80 e 90, a quantidade de títulos importantes cresceu consideravelmente, contrariando a opinião de quem acredita que “não existe mais boa música”. Outro padrão interessante descoberto foi a tendência de algumas bandas lançarem a maioria de seus álbuns nos mesmos meses. Grupos como Metallica e Rolling Stones, por exemplo, concentraram grande parte de seus lançamentos em períodos específicos do ano. Dezembro se destaca como um mês importante para os Rolling Stones. A veterana banda de rock se junta a outros grandes nomes como Korn, Green Day e The Clash, que têm múltiplos trabalhos notáveis lançados neste mês. A compilação da Loudwire apresenta um detalhamento dos melhores álbuns de rock e metal de todos os tempos lançados em cada dia de dezembro, com exceção apenas do período de festas de fim de ano. Esta retrospectiva faz parte de um projeto mais amplo que já cobriu os lançamentos dos outros meses do ano, incluindo novembro e outubro. A análise permite aos fãs de rock e metal uma visão abrangente de como o calendário de lançamentos se comportou historicamente, revelando padrões que moldaram a indústria musical ao longo das décadas.

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07.12.2025
Disputa Musical Three Days Grace e Ghost Competem pelo Melhor Álbum de Rock de 2025
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Disputa Musical: Three Days Grace e Ghost Competem pelo Melhor Álbum de Rock de 2025

O ano de 2025 trouxe lançamentos importantes para o cenário do rock, com dois álbuns se destacando significativamente: “Alienation” do Three Days Grace e “Skeleta” do Ghost. Agora, o programa Loudwire Nights convida os fãs a votarem para decidir qual foi superior neste confronto musical chamado Chuck’s Fight Club. Three Days Grace chegou com força total em “Alienation”, marcando o retorno do vocalista original Adam Gontier que se juntou a Matt Walst, seu substituto anterior. A parceria resultou em uma combinação poderosa que trouxe singles de sucesso como “Mayday”, “Apologies” e “Kill Me Fast”, mantendo a banda como favorita nas rádios de rock e gerando comentários de que este pode ser um dos seus melhores trabalhos até hoje. Do outro lado do ringue está o Ghost, que continua sua evolução para um som mais voltado ao rock tradicional. “Skeleta”, sexto álbum de estúdio da banda, entregou algumas de suas composições mais envolventes e cativantes até o momento. Faixas como “Satanized”, “Lachryma” e “Peacefield” consolidaram o grupo não apenas como uma força nos palcos, mas também no estúdio. Como em todas as batalhas do Chuck’s Fight Club, o apresentador Chuck Armstrong introduzirá a disputa durante o programa de segunda-feira, no horário das 20h. Nos dias seguintes, terça e quarta-feira, argumentos individuais serão apresentados para defender cada álbum enquanto os ouvintes continuam a votar. Na sexta-feira, os votos serão contabilizados e o álbum mais votado ganhará um bloco especial dedicado no programa Loudwire Nights. O Loudwire Nights com Chuck Armstrong vai ao ar diariamente a partir das 19h (horário do leste americano). Os interessados podem sintonizar a qualquer momento através do site ou baixando o aplicativo Loudwire. Este duelo musical representa a constante evolução do rock contemporâneo, com bandas estabelecidas como Three Days Grace e Ghost continuando a definir os rumos do gênero em 2025.

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03.12.2025
Ozzy Osbourne
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Astros do Rock que Fazem Aniversário em Dezembro: Uma Celebração Musical

No mundo do rock, dezembro é um mês especial que marca o nascimento de algumas das maiores lendas musicais de todos os tempos. Enquanto muitos celebram as festas de fim de ano, diversos artistas icônicos comemoram mais um ano de vida neste período. Entre os destaques está Ozzy Osbourne, o “Príncipe das Trevas”, que completa mais um ano no dia 3 de dezembro. O vocalista do Black Sabbath, conhecido por sua personalidade marcante e contribuições fundamentais para o heavy metal, é apenas um dos muitos nomes que fazem aniversário neste mês. Outro aniversariante ilustre é Jim Morrison, lendário vocalista do The Doors, que nasceu em 8 de dezembro. Morrison, que faleceu prematuramente em 1971, deixou um legado duradouro na música e na cultura pop com sua poesia e presença de palco hipnotizante. O mês também celebra o nascimento de Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones, que sopra as velinhas no dia 18. Richards, com seus riffs inconfundíveis, ajudou a definir o som do rock and roll e continua sendo uma influência para inúmeros músicos ao redor do mundo. Não podemos esquecer de Dave Murray, guitarrista do Iron Maiden, que nasceu em 23 de dezembro. Sua técnica e contribuições para o heavy metal britânico ajudaram a moldar o som de toda uma geração de bandas. Para os fãs de punk rock, Billy Bragg, nascido em 20 de dezembro, representa o espírito combativo e politizado do gênero, usando sua música como plataforma para mudanças sociais ao longo de décadas de carreira. A diversidade de estilos entre os aniversariantes de dezembro reflete a riqueza do rock como expressão artística. De ícones do metal a pioneiros do rock clássico, este mês reúne músicos que transcenderam gerações e continuam relevantes na cultura musical contemporânea. Muitos desses artistas não apenas sobreviveram às mudanças da indústria musical ao longo das décadas, mas também reinventaram suas carreiras, provando que o verdadeiro rock é atemporal e não conhece limites de idade. Para os fãs, dezembro oferece uma excelente oportunidade para celebrar essas lendas revisitando seus álbuns clássicos e reconhecendo o impacto duradouro que tiveram na música e na cultura popular.

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03.12.2025
5 Momentos Marcantes do Rock e Metal em 2025 que merecem gratidão
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5 Momentos Marcantes do Rock e Metal em 2025 que merecem gratidão

O ano de 2025 foi repleto de acontecimentos significativos para os amantes do rock e metal. Entre retornos inesperados, despedidas emocionantes e reconhecimentos merecidos, a comunidade teve muitos motivos para celebrar e também para se emocionar. Confira os cinco momentos mais marcantes que definiram este ano no cenário musical. O retorno triunfal do Warped Tour Após encerrar suas atividades com as comemorações de 25º aniversário em 2019, o Warped Tour voltou com força total em 2025. O festival realizou três finais de semana separados em Washington D.C., Long Beach (Califórnia) e Orlando (Flórida), criando grande expectativa ao revelar gradualmente mais de 100 artistas que estreavam no evento. Além das novas atrações, bandas veteranas também marcaram presença, proporcionando uma experiência nostálgica e renovadora ao mesmo tempo. O Warped Tour não retornou apenas para uma edição especial – está oficialmente de volta ao calendário musical, com datas já anunciadas para 2026, incluindo novas paradas no Canadá e México. O emocionante “Back to the Beginning” e a despedida de Ozzy Osbourne Em um dos momentos mais agridoces do ano, o concerto “Back to the Beginning”, em julho, reuniu os quatro membros originais do Black Sabbath (Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward) pela primeira vez em 20 anos. O que deveria ser apenas uma despedida dos palcos para Ozzy acabou sendo seu último adeus, já que o Príncipe das Trevas faleceu 17 dias depois, aos 76 anos. A família Osbourne proporcionou um momento de união entre fãs ao organizar uma procissão pública pelo funeral em Birmingham, sua cidade natal, transmitindo o evento para o mundo. Nos meses seguintes, dois documentários sobre a vida de Ozzy foram lançados – “Ozzy: No Escape From Now” e “Ozzy Osbourne: Coming Home” – além de suas memórias finais, “Last Rites”, concluídas poucos dias antes de sua morte. My Chemical Romance e a celebração de “The Black Parade” Após retornarem aos palcos em 2022, o My Chemical Romance elevou suas apresentações a outro patamar em 2025, com shows em estádios celebrando quase duas décadas do icônico álbum “The Black Parade”. Cada apresentação era dividida em duas partes: primeiro tocavam o álbum na íntegra, depois realizavam um segundo set em um palco B. Mais do que simples shows, a banda criou uma narrativa complexa sobre o mundo fictício de Draag, com cada apresentação trazendo elementos únicos, personagens diferentes e alterações no setlist. Quase 20 anos após seu lançamento, “The Black Parade” alcançou um novo patamar de relevância cultural, unindo fãs de diferentes gerações. Mais shows estão programados até outubro de 2026. Rush anuncia turnê de reunião Outro momento agridoce foi o anúncio da reunião do Rush para uma turnê em 2026, com Geddy Lee e Alex Lifeson retornando aos palcos uma década após sua última apresentação. A decisão foi especialmente difícil e significativa devido à ausência do baterista Neil Peart, falecido em janeiro de 2020. A banda revelou que a nova turnê contará com a baterista Anika Nilles, e explicou que o retorno representa uma forma de celebrar seu legado, honrar a memória de Peart e proporcionar aos fãs a oportunidade de ouvirem suas músicas favoritas novamente ao vivo. A reação positiva dos fãs, que prontamente acolheram Nilles, foi um dos aspectos mais gratificantes deste anúncio. Soundgarden entra para o Rock and Roll Hall of Fame Após três indicações, o Soundgarden finalmente conquistou seu lugar no Rock and Roll Hall of Fame em 2025. A indução veio mais de oito anos após a morte trágica de Chris Cornell, com os membros sobreviventes Kim Thayil, Matt Cameron e Ben Shepherd sendo apresentados por Jim Carrey durante a cerimônia. Na apresentação, juntaram-se a eles o baixista original Hiro Yamamoto e convidados especiais como Jerry Cantrell (Alice In Chains), Mike McCready (Pearl Jam), Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e Brandi Carlile para interpretações de “Rusty Cage” e “Black Hole Sun”. As filhas de Cornell também participaram: Lily Cornell Silver fez um discurso emocionante, enquanto Toni Cornell cantou “Fell on Black Days” acompanhada por Nancy Wilson do Heart. Existe a possibilidade de que, em breve, os fãs possam ouvir o último álbum em que Cornell trabalhou antes de sua morte.

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27.11.2025
As 11 Melhores Colaborações do Rock nos anos 2020
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As 11 Melhores Colaborações do Rock nos anos 2020

Apesar de estarmos apenas na metade da década, os anos 2020 já nos presentearam com colaborações excepcionais no mundo do rock. Estas parcerias reuniram alguns dos maiores talentos da música moderna, criando canções que rapidamente se destacaram no cenário musical. O artigo original da Loudwire destaca as principais colaborações de rock lançadas entre 2020 e 2024, revelando como a união de grandes artistas produziu resultados impressionantes. Entre os nomes que aparecem múltiplas vezes nesta seleção estão o lendário Ozzy Osbourne e David Draiman, demonstrando um forte espírito colaborativo. As mulheres do rock também têm presença marcante nesta lista. Bandas como The Pretty Reckless e Halestorm, além de artistas como Poppy e Lacey Sturm, aparecem entre as colaborações de destaque, mostrando a força feminina no gênero durante este período. Um fato interessante revelado pela publicação é que sete das 11 músicas listadas alcançaram o topo da parada Mainstream Rock quando foram lançadas. Isso evidencia que tanto as rádios especializadas quanto os fãs aprovaram essas parcerias, confirmando o sucesso comercial e crítico dessas colaborações. A lista se concentra apenas nos primeiros cinco anos da década atual, deixando em aberto a possibilidade de inclusão de novas colaborações que possam surgir em 2025, quando a publicação pretende anunciar sua lista das melhores músicas daquele ano. Entre as bandas e artistas que também figuram nas melhores colaborações estão I Prevail e Nita Strauss, completando um panorama diversificado do rock contemporâneo e suas múltiplas vertentes. Estas parcerias não apenas ressaltam o talento individual de cada artista, mas também demonstram como a união de diferentes estilos e personalidades pode resultar em criações musicais impactantes, fortalecendo o rock como um gênero que continua a evoluir e se reinventar mesmo em uma nova década.

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27.11.2025

O Portal do Rock é o ponto de encontro ideal para quem respira Rock n’ Roll. Aqui voce encontrará notícias, história, curiosidades e tudo sobre a cultura do rock em um só lugar, do clássico ao underground, do Brasil para o mundo. 

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